sexta-feira, 20 de maio de 2022

Transforma Santa Cruz: Obras da construção da Quadra Poliesportiva de Poço Fundo tiveram início.


Com a assinatura da ordem de serviço no último sábado (14), a Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe deu início a construção da Quadra Poliesportiva do distrito de Poço Fundo, que faz parte do conjunto de ações do Programa Transforma Santa Cruz. A quadra contará com toda sua estrutura seguindo os padrões do FNDE.

O sub-prefeito de Poço Fundo, Givanildo Souza, celebrou o início da obra. "Sempre foi um sonho dos moradores de nossa comunidade e agora, finalmente estamos tornando esse sonho realidade. Isso é só o começo de uma série de trabalhos que a prefeitura está trazendo para Poço Fundo, que de fato está vivendo um novo tempo", afirmou.

A Quadra Poliesportiva de Poço Fundo terá um investimento de cerca de R$ 1 milhão, com recursos próprios.
 

Cremepe recomenda que crianças de até cinco anos evitem escolas e shoppings devido alta transmissão dos vírus respiratórios em Pernambuco.

Com o crescente número de transmissibilidade de vírus respiratórios e internações de crianças nas últimas semanas com quadro grave, o Conselho Regional de Medicina de Pernabuco (Cremepe) através do médico pediatra e conselheiro, Eduardo Jorge Fonseca, recomenda que crianças menores de 5 anos evitem locais de alta transmissão com escolas e shoppings.

Por meio de vídeo públicado na página do Conselho, no Instagram, o médico cita que os vírus sincicial, adenovírus, rinovírus, e influenza (gripe), além do vírus da Covid-19, em menor percentual, são as infecções que estão circulando por Pernambuco.

A orientação do conselheiro do Cremepe aos pais para crianças menores de 5 anos, é que nos próximos 15 dias que os vírus estão circulando de forma efetiva no estado, os pequenos sejam, se possível, poupados de espaços onde podem ser infectados, citando festas infantis, shoppings e até mesmo pré-escolas, como esses locais. Dependendo do caso e quadro individual que pode variar entre as famílias.

O médico ainda enfatiza o uso de máscaras respiratórias, além da procura de espaços arejados ao sair e lavagem das mãos.

“A vacinação contra o vírus da gripe, da influenza e a vacinação dos maiores de 5 anos contra Covid”, finalizou recomendando o médico pediatra.

O alto número de de crianças e o aumento de atendimentos pediátricos têm relação direta com a maior exposição das crianças aos diversos vírus e também ao menor contato delas com os agentes infecciosos.

Fonte: Portal de Prefeitura

VIVA O SÃO JOÃO DAS MODAS! Por: Rimário Climério.

 
Santa Cruz do Capibaribe terá um São João digno da grandeza e do esforço do seu povo, grandes atrações foram anunciadas e uma estrutura também de qualidade é prometida para as
festividades que acontecerão entre os dias 17 e 28 de junho.
 
Após o lançamento, os comentários são dos mais diversos como não poderia ser diferente, porém alguns merecem destaque pela falta de lógica que apresentam, o primeiro é dos descontentes por que a festa não é mais tradicional, de acordo com alguns, era preciso a presença de grandes nomes do forró mais antigo para legitimar a festa, o que provavelmente ocorre por falta de informação, pois os nomes de Assisão e Banda Brucelose já seriam suficientes para justificar a tradição junina.

Do outro lado, uma verdadeira turba enfurecida começa a apontar que deveria a prefeitura se preocupar primeiro com coisas de grande necessidade como melhoras na saúde, educação e blá, blá blá, isso ocorre lógico não apenas agora no governo do atual prefeito, esse comentário é uma espécie de comentário padrão, que também não tem muito a oferecer, pois os recursos aportados para a cultura são para a cultura, e por outro lado é preciso se levar em conta as vantagens econômicas que a cidade receberá em especial por conta das atrações de renome nacional, que comecem as festividades, pois nem só de saudosismo piegas vive o homem, no mais fica o dito para ser reescrito e ponto final.

Texto do Professor Rimário Climério.

quinta-feira, 19 de maio de 2022

IPTU 2022: Santa-cruzenses já podem emitir boleto para pagamento com desconto.

 
Visando facilitar o acesso do cidadão ao seu IPTU do ano de 2022, a Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe, através da Secretaria de Receita, disponibilizou a emissão do boleto online, através do Portal do Contribuinte no site oficial da Prefeitura.

Os cidadãos que estiverem com o IPTU em dia receberão o desconto no pagamento do boleto de 2022, sendo 20% no valor pago em cota única, com vencimento para o dia 29 de julho, e 10% de desconto no pagamento parcelado, que pode ser realizado em até seis vezes, com vencimento para o último dia útil de cada mês a partir de julho.

Para emitir o boleto, basta acessar o site www.santacruzdocapibaribe.pe.gov.br e selecionar a tela do Portal do Contribuinte. A opção de emitir o IPTU 2022 está disponível na página inicial do portal, bastando preencher as informações necessárias para a emissão.
 

Pai ameaça filho com faca após menino fazer riscos como se fosse tatuagem no Agreste: 'vou tirar o braço'.


Um vídeo que repercutiu nas redes sociais mostrou um pai ameaçando o filho com uma faca após o menino de 9 anos fazer riscos no braço como se fosse tatuagem, em uma localidade rural que fica entre Caruaru e Toritama, no Agreste de Pernambuco. Nas imagens acima, é possível ouvir o momento no qual o pai afirma "vou tirar o braço [diz o nome do filho] agora".

Ainda no vídeo em que o próprio pai postou das redes, ele ameaça a gestora e um professor da escola onde o filho estuda, por achar que eles influenciaram no comportamento da criança. Quando as imagens, gravadas no Sítio São João, começaram a ser compartilhadas, denúncias foram feitas à polícia.

A Guarda Municipal de Toritama enviou duas guarnições à casa da família do menino de 9 anos. O pai da vítima foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Santa Cruz do Capibaribe. Diante das ameaças feitas à gestora e a um professor da escola onde o menino estuda, a Secretaria de Educação de Toritama informou que irá se pronunciar por meio de nota.

O Conselho Tutelar foi acionado e informou que "a criança está bem e sob os cuidados de familiares". A família será acompanhada pelo CRAS, que irá elaborar "um relatório psicossocial para saber como estão as condições e os cuidados da família para com a criança para saber se será necessário tomar maiores medidas nesse caso".
 
Fonte: G1

quarta-feira, 18 de maio de 2022

Por que 18 de maio é o Dia Nacional de Combate ao Abuso Infantil?


Você sabia que hoje é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes? 

O dia 18 de maio é dedicado a dar visibilidade ao abuso infantil e lutar contra os inúmeros casos de violência contra crianças e adolescentes que ocorrem no Brasil. 

O Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual de Crianças e Adolescentes incentiva que em todo o Brasil sejam realizadas ações que visem alertar toda a sociedade sobre a necessidade da prevenção à violência sexual.


POR QUE 18 DE MAIO DIA NACIONAL DE COMBATE A EXPLORAÇÃO INFANTIL?

Essa data foi instituída em 2000 pelo projeto de lei 9970/00. A escolha se deve ao assassinato de Araceli, uma menina de oito anos que foi drogada, estuprada e morta por jovens de classe média alta, no dia 18 de maio de 1973, em Vitória (ES). Esse crime, apesar de sua natureza hedionda, até hoje permanece impune.

A semana do 18 de maio conta com ações de mobilização contra a violência sexual em todo os País. A proposta anual da campanha é destacar a data para mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da luta em defesa dos direitos de crianças e adolescentes. 

DIFERENÇAS ENTRE EXPLORAÇÃO SEXUAL E ABUSO SEXUAL
Confira as diferenças entre exploração sexual e abuso sexual:


Fonte: NE10

Apenas 10% dos casos de violência sexual infantil são denunciados no Brasil.


Só nos quatro primeiros meses de 2022, foram registradas 4.486 denúncias de abuso sexual sofrido por crianças e adolescentes no país, de acordo com balanço do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. O número alto – cerca de 37 por dia – pode ser ainda maior, já que, também segundo a pasta, apenas dez em cada cem casos de vulnerabilidade, coação e medo são denunciados.

No que se refere à exploração sexual infantil, a subnotificação é até maior, com denúncia de apenas 7%. "Temos um silêncio de 93% dos casos de exploração sexual de crianças e adolescentes, isso porque a sociedade tem uma visão muito distorcida desse crime, que é confundido com a prostituição, algo que não é ilegal no Brasil", comenta Eva Dengler, gerente de Programas e Relações Empresariais da Childhood Brasil, instituição internacional de proteção à infância.

Diferentemente dos abusos sexuais, que não envolvem dinheiro e geralmente são cometidos por pessoas da família, a exploração sexual – também conhecida como prostituição infantil – é caracterizada pela relação de uma criança ou adolescente com adultos em troca de pagamento em dinheiro ou outros benefícios (veja o quadro abaixo com as diferenças).


e acordo com a pasta, na pandemia houve um crescimento de denúncias pelo Disque 100. Foram 18.681 entre janeiro e dezembro de 2021. O cenário da violação que aparece com maior frequência nas denúncias é a residência da vítima e do suspeito (8.494), a casa da vítima (3.330) e a casa do suspeito (3.098). O padrasto e a madrasta (2.617) e o pai (2.443) e a mãe (2.044) estão entre os maiores suspeitos nos casos. Em quase 60% dos registros, a vítima tinha entre 10 e 17 anos. Em cerca de 74%, a violação é contra meninas.

"Geralmente, quem pratica a agressão ou é da família ou alguém muito próximo. Por isso, a família toma a decisão de não ir avante com a denúncia. Existe um pacto de silêncio sobre esse crime, e as pessoas não entendem que a criança tem o direito de ter sua proteção garantida. Quando a família não denuncia, o risco de continuar acontecendo é muito grande", pontua Dengler.

Maio Laranja
Na tentativa de jogar luz sobre a importância de as pessoas discutirem a violência sexual contra crianças e adolescentes, uma série de ações ocorrem em maio, mês caracterizado por debates sobre a prevenção do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes.

Instituída pela lei 9.970/2000, a data, 18 de maio, é marcada pelo Caso Araceli, que aconteceu em 1973, em Vitória, quando a menina de 8 anos foi sequestrada, estuprada e morta por jovens de classe média alta. Apesar de a vítima ter tido todos os seus direitos violados, o crime ficou impune.

"Este é um mês importante em que o tema ganha visibilidade, mas é preocupante que o assunto seja falado só em maio. Os registros têm acontecido e a gente tem que lembrar que é um crime pouco notificado. Além disso, há uma migração das relações para o ambiente digital. Temos uma preocupação muito grande com a prevenção, no sentido de levar informação para que as pessoas fiquem mais atentas com as crianças que estão mais próximas", comenta.

Pacote de ações
Nesta terça (17), o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos lançou um pacote de medidas para a conscientização e a prevenção do abuso e da exploração sexual de menores de idade. O Plano Nacional de Enfrentamento da Violência contra Crianças e Adolescentes faz parte do Maio Laranja.

O plano padronizará o enfrentamento dos abusos em cinco eixos: prevenção; atendimento; defesa e responsabilização; participação e mobilização social; e estudos e pesquisas. As violências (psicológica, física, abuso sexual, exploração sexual e institucional) contra crianças e adolescentes terão um plano orientador.

O secretário nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Maurício Cunha, ressalta que o Maio Laranja é uma oportunidade para falar sobre essa violação de direitos, que é uma das principais violências cometidas contra esse público. "Chega de violência sexual contra as crianças no nosso país. A qualquer sinal de violência, não hesite: disque 100. Só unindo governos, família, comunidade, Sistema de Garantia de Direitos é que poderemos enfrentar esse mal que assola a nossa sociedade”, aponta.

A Childhood também planeja ações para este 18 de maio. A organização lança a campanha "#CadêOs90", sobre os dados da subnotificação de casos de violência sexual infantil, com uma projeção de frases na parede de um prédio, localizado na rua Paula Nery, no bairro Vila Mariana, em São Paulo.

Como denunciar
Em 2021, 48,4% (9.053) das denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes por meio do Disque 100 foram anônimas. A qualquer momento a central de atendimento da Ouvidoria pode ser acionada, 24 horas por dia, incluindo fins de semana e feriados.

A Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos também dispõe de site, aplicativo (Direitos Humanos Brasil), WhatsApp (61-99656-5008) e Telegram (digitar na busca "Direitoshumanosbrasilbot"), que oferecem os mesmos serviços de escuta qualificada. No caso das crianças e adolescentes, a denúncia também pode ser realizada por meio do Aplicativo Sabe – Conhecer, Aprender e Proteger.

Quando a vítima é criança ou adolescente, a denúncia é encaminhada ao Conselho Tutelar e, nos casos em que a violação configura um crime, à Delegacia Especializada, ou à Delegacia Comum, se não houver a especializada, e ao Ministério Público.

Fonte: R7

terça-feira, 17 de maio de 2022

Mãe e namorado de adolescente são detidos por estupro de vulnerável.


Uma mulher, de 37 anos, e um jovem, de 19, foram detidos pela Polícia Militar (PM) na tarde de segunda-feira (16), no Bairro Vila Alpina em Juiz de Fora.

A detenção ocorreu após o Conselho Tutelar acionar as autoridades para atendimento a uma ocorrência de estupro de vulnerável que envolvia uma adolescente de 13 anos.

Segundo informações da PM, a adolescente morava com a mãe, que sabia e consentia o relacionamento dela com o jovem, com o qual mantinha relações sexuais. Aos policiais, os envolvidos alegaram desconhecimento da lei.

Diante da situação, a mãe e o namorado da adolescente foram levados para a Delegacia de Polícia Civil enquanto a adolescente ficou aos cuidados do Conselho Tutelar. Um exame médico foi realizado e deu positivo para relação sexual antiga.

Entramos em contato com a unidade do Conselho Tutelar Leste, que atende a região, e foi informado que nenhuma informação poderia ser passada.

Fonte: G1

Fábio Aragão viaja à Brasília para participar do curso “Prefeitos do Futuro 2022”.


Pensando no futuro, no desenvolvimento da administração pública e na modernidade, o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe Fábio Aragão (PP), embarca nesta terça-feira (17), para a capital do Brasil, com a finalidade de participar do curso “Prefeitos do Futuro 2022”. O evento é organizado pelo consultor em cidades inteligentes, Alexandre Souza e pela ex-prefeita do município de Nova Bandeirantes (MT), Sol Sousa. As palestras serão realizadas entre os dias 18 e 20 de maio e reunirão mais de 200 gestores de todo o país. 

O objetivo do curso é ensinar como modernizar uma gestão pública, torná-la mais eficiente e ágil. Um dos intuitos é aplicar as técnicas de grandes empresas nacionais e internacionais no contexto dos municípios interioranos. Prefeitos do Futuro é indicado para os gestores que desejam utilizar a tecnologia da Informação para facilitar a vida dos munícipes. 

“Esse curso será muito proveitoso, quero absorver todas as ideias ensinadas, entre elas de tecnologia, meio ambiente e aumento de arrecadação. O secretário de Planejamento e Gestão de Pessoas Carlos Alberto, também vai participar comigo e tenho certeza que nós vamos voltar com a mala cheia de ideias para serem adaptadas e aplicas de forma inteligente em Santa Cruz do Capibaribe”, afirma Fábio. 

Arrecadação tributária, educação, saúde, emprego, mobilidade urbana e qualidade de vida estão entre as pautas que serão debatidas no evento.

segunda-feira, 16 de maio de 2022

Maio Amarelo: Prefeitura de Santa Cruz realiza campanha de conscientização no trânsito.


Neste mês de maio, a Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe, através da Secretaria Executiva de Mobilidade Urbana, está realizando diversas ações em prol do Maio Amarelo, que tem como objetivo conscientizar a sociedade para o alto índice de mortos e feridos no trânsito em todo o mundo. Durante todo o mês, serão realizadas as conhecidas Blitz Educativas, com profissionais fiscalizando e conscientizando os populares a respeito da segurança no trânsito para evitar acidentes, sobretudo nas ruas mais movimentadas da cidade.

Além disso, as escolas do município estão recebendo o chefe da divisão de educação de trânsito, Tawan Oliveira, que está realizando palestras com objetivo de também conscientizar os alunos sobre os cuidados ao transitarem pelas ruas.

O secretário Cleiton Barboza destacou a importância do Maio Amarelo. "Sabemos que muitos acidentes que ocorrem em todo o Brasil poderiam ser evitados se fossem tomados os devidos cuidados. Por isso, é importante que nossos profissionais estejam conversando com os populares não somente nas ruas, como já conscientizar desde as escolas, para que possamos ter futuros motoristas conscientes e responsáveis", frisou.

As ações do Maio Amarelo ocorrerão durante todo o mês, em diversas ruas e escolas do município.

Prefeitura de Igarassu promove mais uma edição do programa “Prefeitura Presente”, no bairro de Nova Cruz II.


O programa Prefeitura Presente levou prestação de serviços na última sexta-feira, 13 de maio, para os igarassuenses: dessa vez, a quarta edição aconteceu no distrito de Nova Cruz II, na rua Alto da Caixa D’água.

A iniciativa, que envolve a força-tarefa de todas as secretarias, ocorreu em simultâneo à campanha “Zero Discriminação”, para auxiliar pessoas em situação de vulnerabilidade, como portadores de deficiência e a comunidade LGBT e promover formação cidadã, combatendo o preconceito.

No evento, os destaques foram o incentivo à atualização do CADÚnico, promovido pela Assistência Social; diversos serviços de cuidado à saúde, como atendimento médico/odontológico; para o público infantojuvenil, a secretaria da Educação ofereceu diversas oficinas educativas e recreativas e a secretaria do Meio Ambiente e Biodiversidade, além de doar mudas do Ipê-branco (árvore-símbolo de Igarassu), providenciou a arborização local, além de diversos outros serviços.

Leia também:
>>>Em Igarassu, programa “Prefeitura Presente” leva assistência em diversas áreas à população

Na ocasião, a prefeita professora Elcione Ramos e o vice–prefeito Amaury Henrique estiveram ao lado da população para prestigiar o Prefeitura Presente.
Prefeitura Presente

O programa “Prefeitura Presente”, acontece todas as sextas-feiras em diferentes comunidades de Igarassu, teve seu lançamento no primeiro dia de abril, no bairro Bonfim I, para apresentar à população os diferentes serviços oferecidos pelas secretarias e o Gabinete da prefeita que visam melhorar a qualidade de vida dos munícipes através de políticas públicas.

Fonte: Portal de Prefeitura


Publicação: Nota Pública do Conanda contra o Projeto de Lei nº 7553/2014.


O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) manifestou-se, publicamente, contra o Projeto de Lei nº 7553/2014, de Autoria do Deputado Marcos Rogerio(PDT-RO), que propõe alterar a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (ECA), para permitir a divulgação de foto, vídeo ou imagem de adolescente maior de 14 anos a quem se atribua ato infracional.

Dentre os argumentos expendidos, ressalta que o artigo 18, do ECA, determina ser dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente, colocando-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor, notadamente pela condição peculiar de pessoas em desenvolvimento (art. 6º, ECA).

O Conanda recomenda que "seja proposta uma agenda conjunta e transversal com os órgãos que integram o Sistema de Garantia dos Direitos (SGD) e o Sistema de Justiça (SJ), podendo ser o debate realizado em audiência pública a teor do que dispõe como instrumento de participação social a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, respeitados assim, os princípios da proteção integral e da prioridade absoluta na formulação da política de atendimento para garantia dos direitos".

Leia a Nota Pública, na íntegra.

Fonte: Criança MPPR

domingo, 15 de maio de 2022

Uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes põe colégios em alerta.


O uso de cigarros eletrônicos pelos adolescentes tem colocado colégios brasileiros em alerta. A preocupação cresceu neste ano, com a retomada das aulas presenciais. O consumo é comum em ambientes reservados, como nos banheiros, e há casos até de venda dos dispositivos, que são proibidos no Brasil, nas escolas.

Colégios privados fazem comunicados aos pais e abordam em aulas os riscos da substância, vista muitas vezes como inofensiva. O desafio do cerco ao cigarro eletrônico, no entanto, é grande: como são discretos (alguns se parecem com pendrives), podem passar despercebidos pelos professores.

Os dispositivos funcionam por meio de uma bateria que esquenta um líquido interno (uma mistura de água, aromatizante alimentar, nicotina, propilenoglicol e glicerina vegetal). Também chamado de vape ou pod, o dispositivo é tragado pela boca e cria uma fumaça branca e sem cheiro ou com um cheiro que se dissipa rapidamente no ar.

Adolescentes ouvidos pelo Estadão dizem que o consumo é comum entre grupos de estudantes, principalmente do ensino médio, nos banheiros, no fundo da sala de aula ou nas quadras. Os jovens enviam mensagens de celular uns aos outros para marcar encontros em áreas mais reservadas das escolas, onde fumam juntos. O uso também ocorre fora do colégio, na saída da aula ou no intervalo entre os turnos.

Os estudantes fazem ainda vaquinhas para comprar cigarros eletrônicos. Como são caros – um vape pode custar de R$ 60 a R$ 680 -, o hábito é mais comum em escolas particulares. Apesar de proibidos no Brasil, cigarros eletrônicos são facilmente encontrados em tabacarias, lojas de conveniência e redes sociais. Na escola, são passados de mão em mão ou dentro dos estojos, contam os estudantes.

Em alguns casos, os jovens já conhecem os riscos da substância, mas usam como forma de pertencer ao grupo ou como válvula de escape para questões emocionais. Em outros, se surpreendem com a informação de que pode ser cancerígeno, viciante e causar danos aos pulmões.

“Moda”
Diretora de um colégio particular na zona sul de São Paulo, Ana Paula de Oliveira diz que o auditório da escola, formado por alunos do ensino médio e fundamental, “foi abaixo”, surpreso, durante uma palestra sobre os riscos do cigarro eletrônico na semana passada. “Eles não entendem que tem nicotina, o mal que faz para a saúde. Apenas cumprem uma moda”, diz.

A palestra ocorreu depois que a escola presenciou a venda do vape entre dois estudantes – esses alunos foram convidados a se desmatricular. “Cumprimos o que nosso regimento prevê”, explica a diretora, citando a proibição da venda de drogas lícitas ou ilícitas na escola. Para ela, após o afastamento do ambiente escolar na pandemia, os adolescentes retornaram com dificuldades de seguir as regras.

O cigarro eletrônico é um problema crônico em outros países, como os Estados Unidos. No Brasil, ganhou força mais recentemente. “Vai todo o mundo para a cabine de cadeirante (no banheiro), mais espaçosa, e ficam todos lá”, conta um adolescente de 17 anos, aluno de uma escola particular em Brasília. Outra estudante, da rede estadual paulista, de 14 anos, diz ter começado a usar há um mês, na escola, e compartilha o vape de sabor de uva com três colegas. O consumo, diz, é para aliviar tensões. “Nunca tive relação boa com minha mãe e, desde o início da pandemia, só tem piorado.”

Um colégio particular tradicional de Salvador, o Antônio Vieira, enviou comunicado aos pais no fim de março sobre o risco do cigarro eletrônico. A direção diz não ter registrado consumo no colégio, mas percebe aumento do problema entre jovens de modo geral. O comunicado fala até em “transferência compulsória” em caso de uso na escola.

“Eles acham interessante a tecnologia do aparelho, que pode botar água e o sabor que quer”, diz a diretora acadêmica do Antônio Vieira, Ana Paula Marques. “As próprias famílias muitas vezes não têm clareza do que é isso.” Os professores vêm buscando informações sobre o tema.

Novidades como sabores diferentes e dispositivos que brilham no escuro atraem os adolescentes. “Há a sensação de que não é viciante e pode parar a qualquer momento”, diz Mario Fioranelli Neto, coordenador pedagógico no Centro Educacional Pioneiro, na zona sul de São Paulo. A escola registrou um caso pontual de uso no colégio – o próprio estudante buscou a direção -, mas também se preocupa com a difusão do cigarro eletrônico fora do ambiente escolar, como em festas ou na saída dos alunos para o almoço.

Luciana Nogueira, professora do Departamento de Educação da Universidade Estadual Paulista (Unesp), diz ter recebido relatos de colégios sobre o problema e afirma que a visão positiva em relação ao vape torna o dispositivo ainda mais perigoso. Diferentemente do cigarro tradicional, que tem cheiro forte e incomoda quem está perto, o eletrônico é socialmente aceito, “como algo cool, legal, da moda”.

Ela alerta que mesmo dispositivos eletrônicos sem nicotina são viciantes, já que o vício de fumar não tem apenas origem química, mas principalmente psíquica. “Eles estão adquirindo o hábito de levar um objeto à boca e tragar”, diz Luciana, especialista em vulnerabilidades da adolescência.

Autoafirmação
Outro problema é a dificuldade de identificar o dispositivo. “Pelo fato de (o cigarro eletrônico) ter a carinha pequena, camuflada, moderna, para passar batido é muito fácil, a menos que você esteja procurando por ele”, conta Edgar Crispino, professor de Biologia da Escola Carandá Educação, na zona sul de São Paulo. Ele afirma ter flagrado um grupo com o vape certa vez na porta do banheiro e, a partir disso, começou um trabalho de trazer informação para dentro da sala de aula.

O assunto entrou em pauta, nas perguntas dos próprios estudantes, em aulas sobre fisiologia e poluição. “Se eles estão usando é por um motivo, precisamos entender qual é e conversar sobre o assunto. Muitas vezes, usam porque é a coisa legal do momento, por pressão social”, diz o professor, que também vê impacto do distanciamento causado pela pandemia na necessidade de autoafirmação dos adolescentes. “Queremos que procurem ajuda sem se sentirem acuados ou demonizados, o que pode fazer com que se afastem da gente e continuem usando.”

Depois que o tema foi abordado, o professor diz que houve uma “quebra de gelo” entre professores e estudantes, que se sentiram mais abertos para dialogar até sobre outros temas espinhosos da adolescência. No Pioneiro, também estão previstas abordagens em aulas de convivência ética. Procurada, a Secretaria Estadual de Educação de São Paulo reforça que o consumo é proibido e diz desenvolver projetos e produzir conteúdos de conscientização para os alunos. 

Fonte: O Estado de S. Paulo.

Conta de luz ficará até 25% mais cara em dez estados; veja onde.


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) está para autorizar o aumento na conta de luz em até dez estados brasileiros. Alguns, como o Rio de Janeiro, já tiveram seu aumento decretado no ano passado, enquanto outros, como Minas Gerais, provavelmente verá um aumento no próximo dia 22.

De acordo com a agência regulatória, os efeitos econômicos da pandemia de COVID-19 e da escassez hídrica sofrida pelo Brasil nos últimos anos são os principais motivos pelo aumento atual da conta de luz. Cerca de 50% dos aumentos têm como base esses problemas.

De acordo com Marcos Madureira, presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), cerca de R$ 28,34 bilhões não foram repassados para as distribuidoras em 2020 e 2021. “Basicamente, todos os reajustes que vamos ter em 2022 são custos que estão vindo de anos anteriores”, afirmou Madureira em reunião na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados.

Dez estados sofrem com propostas de aumentos na luz

Nos últimos meses, dez estados já tiveram suas tarifas de luz reajustadas para cima de modo a compensar os prejuízos das distribuidoras de energia. Em média, os reajustes ficam entre 17% e 25%, com o Ceará apresentando o maior reajuste, de 24,85%.

Outros estados que já tiveram um reajuste aprovado são Bahia (21%), Alagoas (20%), Rio Grande do Norte (20%), Pernambuco (19%), Mato Grosso (18%), Mato Grosso do Sul (17%), Sergipe (17%) e Rio de Janeiro (17%). Segundo o deputado federal Domingos Neto (PSD-CE), que tenta barrar os aumentos no Congresso, o próximo estado a ter aumento será Minas Gerais. “E já aviso os mineiros: haverá aumento no dia 22 de maio”, alertou.

Fonte: Expresso do Sertão

sexta-feira, 13 de maio de 2022

Conselho Tutelar tem que fazer cumprir a lei, afirmam conselheiras.

As atribuições do Conselho Tutelar foram tema de entrevista com as conselheiras Neide Dalmolin e Daiana Amorim ao programa Rádio Revista Cidade, da Rádio Cidade, desta sexta-feira (13). A conversa girou em torno do papel do órgão quanto a legislação que protege os menores de idade.

As conselheiras utilizaram um exemplo de uma menor de idade que foi atacada sexualmente na última semana em Brusque para ilustrar o porquê do Conselho bater tanto na tecla de que menor não pode ficar sozinho. A adolescente tem 15 anos de idade e a família havia se mudado recentemente para a cidade. Ela estava sozinha em casa, quando um homem chegou na residência, invadiu a mesma e tentou agarrar ela à força. Por sorte, não conseguiu consumar a violência sexual.

De acordo com Neide, que atualmente coordena o grupo, muitas pessoas criticam o trabalho do Conselho sem saber de fato qual sua atribuição. O órgão tem por obrigação legal fazer cumprir a legislação existente e que trata da proteção do menor. Tudo com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Caso não haja para fazer cumprir tal legislação, o próprio conselho estará sujeito a ser penalizado.

Neide e Daiana explicaram sobre que circunstâncias menores podem ser deixados sozinhos em casa, por exemplo, quando responsáveis saem para trabalhar. Segundo as conselheiras, a legislação responsabiliza os adultos por deixarem menores de 16 anos sozinhos. No entanto, o rigor maior se dá quando os eles estão abaixo de 12 anos. Dos 12 aos 16, a legislação permite, desde que por pouco tempo e que o menor esteja em segurança, com alimentação e outros itens que ele tem condições.

Um dos casos mais emblemáticos dos últimos tempos na cidade de Brusque, apontado por elas, foi de uma criança menor de 12 anos que foi deixada pela mãe dentro de um apartamento no bairro São Luiz. A mulher havia saído para trabalhar no começo da tarde e só retornou à noite.

Vizinhos perceberam que o menor estava sozinho e acionaram a polícia militar. Nesse caso, a mulher está respondendo por abandono de incapaz.

Fonte: Rádio Cidade AM