A unidade do Conselho Tutelar em Florianópolis continua com suas portas fechadas após a identificação de graves problemas na rede elétrica e na estrutura do prédio. O local, que deveria ser um ponto de apoio fundamental para a comunidade, encontra-se atualmente em regime de sobreaviso, sem atendimentos presenciais.
Riscos de Incêndio e Infiltrações
A interdição ocorreu devido à constatação de problemas críticos na fiação, incluindo curtos-circuitos e risco iminente de incêndio. Além do perigo elétrico, foram identificadas infiltrações no telhado e falta de manutenção geral, com acúmulo de sujeira e mato alto ao redor do imóvel.
Prazos do Ministério Público
Diante da gravidade da situação, o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) realizou uma reunião na última sexta-feira com conselheiros tutelares e a Secretaria de Assistência Social do município. Ficou determinado que:
Até quarta-feira (21 de janeiro): Devem ser concluídas obras emergenciais na parte elétrica para viabilizar a reabertura imediata da sede e o retorno do atendimento presencial.
Até sexta-feira (23 de janeiro): A prefeitura deve apresentar um plano de ação definitivo. Este plano deve contemplar todos os reparos necessários ou, caso a reforma seja inviável, a substituição da sede por um novo imóvel.
Atendimento à População
Enquanto as reformas não são finalizadas, o serviço funciona de forma limitada. Comunicados fixados na frente do prédio informam que a equipe está em regime de plantão/sobreaviso para garantir que a população não fique totalmente desassistida, embora o prejuízo ao atendimento presencial seja evidente.
A expectativa agora recai sobre o cumprimento do cronograma estabelecido pelo MP para que o serviço essencial de proteção à criança e ao adolescente seja normalizado na capital catarinense.
Fonte: SC News


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